quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Moeda do Brasil de 1931, 100 Réis
Moeda do Brasil de 100 Réis de 1931
| Período | República dos Estados Unidos do Brasil |
|---|---|
| Governo | Getúlio Vargas (1930–1945) |
| Ano | 1931 |
| Material | Cuproníquel |
| Eixo | Reverso moeda (EH) |
| Diâmetro | 21,0 mm |
| Peso | 5,00 g |
| Espessura | 1,80 mm |
| Bordo | Liso |
| Valor facial | 100 Réis (Mil-Réis) |
| Produção | 2.500.000 |
| Códigos | KM# 518, V085 |
No anverso da moeda, o valor facial 100 Réis aparece ao centro, dentro de um anel de pérolas. Ao redor da composição, encontra-se a inscrição República do Estados Unidos do Brasil, acompanhada do ano de emissão 1931.
No reverso, destaca-se a cabeça de uma mulher que personifica o Brasil, representada dentro de um colar formado por 21 estrelas. A composição utiliza a figura feminina e as estrelas como elementos simbólicos da identidade da República brasileira.
1931 na filatelia
O ano de 1931 também está representado na filatelia por meio de selos e blocos comemorativos que registram acontecimentos históricos, personagens, obras de arte, transportes e importantes símbolos brasileiros. Essas emissões ajudam a contextualizar acontecimentos do período em que circulou a moeda brasileira de 100 Réis de 1931.
Entre os temas relacionados a 1931 está a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), cuja nacionalização ocorreu em 10 de julho de 1931, quando a ferrovia passou para o patrimônio brasileiro. Outro destaque é o selo de São Tomé e Príncipe que apresenta o balão estratosférico de Auguste Piccard, relacionado ao primeiro voo tripulado à estratosfera, realizado por Piccard e Paul Kipfer em 1931.
A filatelia também registra o 50º aniversário da criação do Departamento de Correios e Telégrafos (DCT), celebrado em 1981, e o 50º aniversário da inauguração do Cristo Redentor, comemorado em 1981. O monumento foi inaugurado em 12 de outubro de 1931 e tornou-se um dos principais símbolos do Rio de Janeiro e do Brasil.
Entre as emissões portuguesas relacionadas ao período, destaca-se o selo Lusíadas, de 1931, que apresenta a Alegoria da República segurando o livro aberto Os Lusíadas, em gravura de Arnaldo Lourenço Fragoso. A relação com a produção artística também aparece no selo brasileiro Natal de Portinari – Presépio, que reproduz a obra Presépio, criada por Candido Portinari em 1931 em aquarela e nanquim bico-de-pena.