quinta-feira, 2 de julho de 2026

Moeda do Brasil de 1967, 2 centavos

Moeda brasileira de 2 centavos de 1967
Material:
Eixo:
Diâmetro:
Peso:
Espessura:
Bordo:
Valor:
Produção:
Códigos:
Aço inoxidável
reverso moeda (EH)
19,0 mm
3,25 g
1,50 mm
liso
NCr$ 0,02 (Cruzeiros Novos)
104.221.000
KM# 576.1, NCr-3 

No reverso da moeda destaca-se o valor facial de 2 centavos e a data 1967, elementos que identificam a denominação e o ano de cunhagem da peça. Essa emissão integra a série de moedas do padrão monetário brasileiro da década de 1960, sendo uma das menores denominações em circulação no período.

No anverso encontra-se a tradicional Efígie da República, símbolo da nação brasileira desde o final do século XIX, acompanhada do dístico Brasil. A figura feminina representa os ideais de liberdade, soberania e cidadania, tornando-se um dos elementos mais emblemáticos da numismática nacional.

A moeda de 2 centavos de 1967 permaneceu em circulação entre 31 de dezembro de 1967 a 14 de maio de 1970, participando do cotidiano dos brasileiros durante mais de doze anos. Atualmente, a peça desperta o interesse de colecionadores, numismatas e pesquisadores por representar um importante período da história monetária do Brasil e pela presença da clássica Efígie da República em seu desenho.

Selo do Brasil

No mesmo ano de 1967, a moeda de dois centavos permitia a aquisição de um selo postal com o mesmo valor facial. Entre as emissões dos Correios, destaca-se o selo Marília de Dirceu de 2 centavos da série Mulheres Célebres do Brasil, dedicada a personalidades femininas que marcaram a história do país.

Essa relação entre a moeda e o selo demonstra como a numismática e a filatelia registram um mesmo período da história brasileira. Com apenas uma moeda de 2 centavos, era possível adquirir esse selo nas agências dos Correios, preservando hoje uma curiosa conexão entre o sistema monetário e o patrimônio postal nacional.

Selo do Brasil de 1967 Marília de Dirceu
Selo “Marília de Dirceu”, 1967.



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